05/10/2007 19:53
Resultados no IG
Assista agora, direto do Mediaplayer, aos vídeos do terceiro ciclo de entrevistas no estande do IG, durante o MaxiMídia 2007. O tema era Resultados, e as entrevistas foram conduzidas por Gil Giardelli.
Maximídia 2007: entrevista com Marcelo Prais, da agência JWC Thompson (compacto)
Maximídia 2007: entrevista com Marcelo Prais, da agência JWC Thompson (completa)
Maximídia 2007: entrevista com Ricardo Figueira da Agência Click (compacto)
Maximídia 2007: entrevista com Ricardo Figueira da Agência Click (completa)
Maximídia 2007: entrevista com Roberta Rabelo da Samsung (compacto)
Maximídia 2007: entrevista com Roberta Rabelo da Samsung (completa)
Maximídia 2007: entrevista com Túlio Paiva, da agência Giovanni + DraftFCB (compacto)
Maximídia 2007: entrevista com Túlio Paiva, da agência Giovanni + DraftFCB (completa)
enviada por Bruno Varsone
05/10/2007 16:13
Fotos do último ciclo de entrevistas
Confiram as fotos do último dia de entrevistas no estande do IG, durante o MaxiMídia 2007. O tema foi Resultados, e rendeu ótimas discussões. Elas foram conduzidas por Gil Giardelli.
Clique aqui para ver as fotos.
Fiquem ligados pois em breve disponibilizaremos os vídeos desses bate-papos!
enviada por Bruno Varsone
05/10/2007 15:56
Uma Nova Pesquisa
A palestra de encerramento da 17ª edição do MaxiMídia foi voltada para o setor de pesquisa mercadológica. O britânico Ivor Hussein (substituindo Lynne Robinson), do Institute of Practitioners in Advertising, apresentou o case dos Touchpoints, uma nova ferramenta de pesquisa que vem apresentando grandes resultados na Inglaterra.
A pesquisa se baseia no uso de aparelhos PDA, que permanecem durante um longo tempo com os entrevistados. Esses devem responder algumas perguntas básicas de meia em meia hora, todas bem simples. O resultado é uma base de dados auto-compilada com múltiplas camadas, tornando possível cruzar todo tipo de informação para chegar à visões multidimensionais de como atingir seu público alvo. Alguns exemplos de crossdata: 46% das pessoas que lêem revistas de moda também enviam SMS; ou ainda, 63% das pessoas que acompanham esportes também assistem jornais televisivos.
Participaram do debate que veio na sequência Flavio Ferrari, do Instituto Ibope, Yara Grottera, da Editora Globo, e Angelo Frazão, da McCann Erickson, na moderação. Ferrari aproveitou a oportunidade para conclamar institutos, associações e veículos brasileiros a se juntarem em uma só iniciativa a fim de tornar tal empreendimento possível também no Brasil. Grottera concordou veemente, dizendo que "acabou o conforto de lançar uma campanha no Fantástico e pronto, temos que caçar esses grupos segmentados, entender seus comportamentos, e pra isso todas as ferramentas são mais do que válidas."
enviada por Bruno Varsone
04/10/2007 19:58
Flexibilidade
Quentinhos do forno, os vídeos das entrevistas de ontem no estande do IG no MaxiMídia 2007 já estão disponíveis no Megaplayer. Lembrando que o tema era Flexibilidade. Clique nos links abaixo para assistir.
Maximídia 2007: entrevista com Claudio Barres da agência Eugênio DDB (compacto)
Maximídia 2007: entrevista com Claudio Barres da agência Eugênio DDB (completa)
Maximídia 2007: entrevista com Stanlei Bellan da Agência Click (compacto)
Maximídia 2007: entrevista entrevista com Stanlei Bellan da Agência Click (completa)
Maximídia 2007: entrevista com Luiz Buono da agência Fábrica Comunicação Dirigida
Maximídia 2007: entrevista com Igor Puga, da agência Lew Lara (compacto)
Maximídia 2007: entrevista com Igor Puga, da agência Lew Lara (completa)
Maximídia 2007: entrevista com Ricardo Monteiro, da Reckitt Benckiser (compacto)
Maximídia 2007: entrevista com Ricardo Monteiro, da Reckitt Benckiser (completa)
Maximídia 2007: entrevista com Rui Piranda, da Datamídia (compacto)
Maximídia 2007: entrevista com Rui Piranda, da Datamídia (completa)
Não deixe de voltar amanhã para conferir os vídeos das entrevistas de hoje, com o tema Resultados.
enviada por Bruno Varsone
04/10/2007 19:42
Iluminações criativas
O italiano Marco Bevolo, da Philips Design Worldwide, apresentou hoje à tarde a palestra Relacionamentos digitais - Novos focos de atenção. O mote foi explicar como funciona o processo criativo multidisciplinar da área de design da Philips.
Também participaram do debate que veio na sequência Guto Índio da Costa, da Índio da Costa Design, e Roberto Dimbério, da Casa Cor.
Mesmo não sendo líder de mercado em alguns segmentos, a Philips é mundialmente conhecida por sua excelência em design - e consequentemente seu grande orçamento para tal. O que possibilita à equipe de Bevolo estudar como as novas tecnologias irão influenciar o mercado e nosso cotidiano no futuro. Ele detalhou toda a pesquisa do conceito de Ambience Experience da empresa, desde quando era apenas um projeto universitário, até sua implementação no mercado (televisores com tecnologia AmbiLight) e em hospitais em busca de um fator de diferenciamento.
O projeto Nebula inicialmente visava estudar como seria a relação da luz em um ambiente doméstico em 2020. Depois de uma trajetória de sete anos de pesquisa, o televisor Aurea está chegando finalmente ao mercado: Uma versão 1.0 dos aparelhos com AmbiLight, que perto de Aurea podem ser considerados protótipos. Uma televisão que não só projeta na parede ao seu redor as colorações predominantes na tela, como também o faz em sua moldura, proporcionando uma imersão ainda maior para o consumidor. Para a Philips, qualidade de imagem já não era um diferencial suficiente para destacar sua linha de produtos, então a solução foi buscar algo que os diferenciasse ainda mais.
Outros cases interessantes também foram apresentados, todos envolvendo a relação das luzes com as sensações das pessoas. Por exemplo, lojas com uma iluminação especial e operacionalmente simples, que com um simples toque de botão era possível alterar todo o sistema de cores do ambiente - porém sem afetar a coloração das peças à venda.
Bevolo também dividiu com o público um projeto que ainda está em andamento dentro da empresa, um estudo com arquitetos renomados para definir qual será a função da luz nos espaços urbanos em um futuro não tão distante. Uma dessas "premonições" vislumbrava pessoas andando na rua com nano-sensores flutuantes luminosos que acompanhavam as pessoas individualmente conforme caminhavam pelas ruas. Apesar de lembrar à platéia que essas são visões ainda muito cruas, e talvez apenas vislumbres fictícios, ele provoca: "O que acontece com a mídia quando as luzes se tornam insetos?" Esporos informacionais, que quando inaladas provocam uma sensação no seu cérebro que reverta suas sensações para alguma marca?
Para o designer, o futuro será composto por pessoas constamente em transformação, e é isso que as empresas devem oferecer à elas. E em relação à criatividade em si, Bevolo conclui: "Sonhar é o primeiro passo para fazer a diferença, mas é apenas um dos passos."
enviada por Bruno Varsone
04/10/2007 16:45
IG promovendo Resultados
O último dia de MaxiMídia 2007 está pegando fogo, e vai esquentar mais ainda a partir das 18h no estande do IG, quando começa o último ciclo de entrevistas.
Os convidados de hoje são Roberta Zouaian, da Samsung, Ricardo Figueira, da Agência Click, Marcelo Prais, da JWT, Giuliana, da NeoGame, e Túlio Paiva, da Giovanni. E o tema que irá nortear os bate-papos será Resultados.
Não deixe de participar ao vivo se tiver a oportunidade, ou aguarde as gravações das entrevistas em breve aqui no blog.
enviada por Bruno Varsone
04/10/2007 12:32
Sustentabilidade em pauta
Acabamos de assistir a palestra de Fábio Barbosa, do Banco Real, que apresentou o caso de sua empresa para ilustrar o tema Responsabilidade Social e Seu Valor Agregado a Marca. Também presentes estavam Luiz Fernando Vieira, da agência África, Luca Cavalcanti, do Bradesco, e Percival Caropreso mediando o debate que ocorreu em seqüência à apresentação.
Barbosa foi bem enfático na questão de que a política de sustentabilidade deve partir a princípio da própria empresa. No caso específico do Banco Real, relatou que alguns dos primeiros passos foram cortar fornecedores que ameaçavam o meio-ambiente e investir em uma série de projetos sociais e ambientais. Em um segundo passo, foi dada uma atenção especial ao treinamento de todos os funcionários do banco em oficinas de sustentabilidade. As pessoas acabam transmitindo e vivendo aquilo em que acreditam, e nós queríamos que todos os aspectos do banco passagem essa imagem bem clara, disse.
Talões de cheque passarão a ser produzidos com papel reciclado, e até a contratação de serviços, como de uma empresa de moto-boys, passou a levar em consideração se a mesma era adequada à nova política. Em certo ponto, a empresa passou a recusar certo clientes, como madeireiras irresponsáveis, em uma ação ousada, mas que deu frutos: Em pouco tempo, estávamos sendo procurados por empresas do mesmo ramo, estas sim responsáveis com o ambiente, que gostaram da nossa iniciativa, completa. Um belo exemplo de como um posicionamento de marca pode ser executado integralmente por uma empresa.
Ainda segundo Barbosa, para uma empresa ingressar nesse caminho é preciso integrar aspectos sócio-ambientais em todos os seus produtos, processos e políticas. Quando há valor integrado, os consumidores se sentem parte integrante do processo, e os resultados são bem expressivos, comenta. E não menos importante, é necessário assumir que o processo é longo.
A explanação foi seguida por um debate com perguntas enviadas pelo público presente e espectadores acompanhando a transmissão via satélite.
enviada por Bruno Varsone
04/10/2007 10:05
Na reta final
Fábio Barbosa, do Banco Real, acaba de subir ao palco para discutir responsabilidade social e seu valor agregado a marca, dando início ao terceiro e último dia de MaxiMídia 2007.
Ainda hoje também subirão ao palco Marco Bevolo, da holandesa Philips Worldwide, para apresentar sua palestra sobre Relacionamentos Digitais, seguido logo depois por Lynne Robinson, do britânico Instituto of Practioners in Advertising, que discursará em torno dos Touchpoints. Pois é, o dia promete.
Continue acompanhando nossa cobertura ao vivo do evento ao longo de todo o dia. E a partir das 18h, não deixe de conferir no estande do IG o terceiro ciclo de entrevistas com profissionais do meio. O tema de hoje é Resultados.
enviada por Bruno Varsone
04/10/2007 01:21
Mais fotos do IG no MaxiMídia
As fotos do segundo dia de entrevistas e bate-papos no estande do IG no MaxiMídia 2007 já estão no ar.
O tema desta noite foi Flexibilidade, e estiveram presentes Stanlei Bellan, da Agência Click, Ricardo Monteiro, da Reckitt Benckinser, Igor Puga, da LewLara, e Ruy Piranda, da DataMedia.
Clique aqui pra conferir o mural de fotos no Pinuts.
Os vídeos estarão no ar a partir de amanhã. Não perca!
enviada por Bruno Varsone
03/10/2007 19:45
A Criatividade em pauta no IG
Já estão disponíveis no Megaplayer as entrevistas que rolaram ontem no estande do IG no MaxiMídia 2007, tendo como tema a Criatividade. Confiram nos links abaixo:
Maximídia 2007: Campanha Du_Ka!
Maximídia 2007: Alessandro Guidini fala sobre a campanha Du_Ka!
Maximídia 2007: Entrevista com Cris Lozano da agência Young & Rubicam
Maximídia 2007: Cris Lozano da Young & Rubicam fala sobre criatividade
Maximídia 2007: Entrevista com André Renzi da Media Contacts (compacto)
Maximídia 2007: Entrevista com André Renzi da Media Contacts (completa)
Maximídia 2007: Entrevista com Fabio Freitas da agência MatosGrey (compacto)
Maximídia 2007: Entrevista com Fabio Freitas da agência MatosGrey (completa)
Maximídia 2007: Entrevista com Paulo Queiroz da agência DM9 (compacto)
Maximídia 2007: Entrevista com Paulo Queiroz da DM9 (completa)
E logo mais as fotos e vídeos dos bate-papos desse segundo dia de MaxiMídia, que giram em torno do tema Flexibilidade.
Fiquem ligados!
enviada por Bruno Varsone
03/10/2007 18:32
Entretenimento de Marca 2.0
O terceiro e último painel dessa quarta-feira foi ministrado por Scott Donaton, da Advertising Age, também autor do livro Madison&Vine. A palestra girou em torno do que Donaton chama de Branding Entertainment 2.0: uma nova era da fusão entre propaganda e conteúdo, incluindo advertainment, documercials e branded shows.
O 2.0 da teoria vem do fato de que essa técnica não foi criada ontem: Donaton citou exemplos de branded shows que datam de 1927, como o General Motors Radio Show, que em sua época era um dos programas de rádio de maior audiência dos EUA. Mas essa nova era teve início com o fenômeno da internet, e a fragmentação das mídias de massa como as conhecíamos há alguns anos atrás. O exemplo dado por ele como pioneiro foi a séries de curta-metragens com grandes diretores produzidos pela Fallon para a BMW, dando início a uma nova era do marketing, do engajamento por parte do consumidor.
SegundoDonaton, o público não só já aceitou o Branding Entertainment 2.0, como inclusive os mais jovens já buscam por conta própria essas campanhas. Um outro exemplo dado foram os games para Xbox 360 desenvolvidos pelo Burguer King. E mais, o público tinha que de fato comprar esses jogos que carregavam a marca Burger King na capa, completa. A série de games vendeu mais de 3 milhões de cópias, aumentou absurdamente as vendas da rede de lanchonetes, além de ter garantido à campanha diversos prêmios internacionais de publicidade.
Os consumidores são as estrelas, são eles que irão escolher se o seu produto irá fazer parte de seu dia, diz Donaton, e isso é extremamente difícil em uma era com tanta informação disponível. O que justifica ainda mais o Branding Entertainment, pois ao produzir conteúdo de qualidade associado à sua marca, a empresa estará garantindo seu espaço na grade horária pessoal de seus consumidores.
Essa revolução ainda não chegou inteiramente ao Brasil, pois afirma Donaton que a mídia aqui ainda não está ainda completamente fragmentada como nos países de primeiro mundo. Vocês ainda possuem uma grande rede de televisão, uma grande editora de revistas impressas, enfim, elas ainda dominam uma imensa parte do mercado, ele diz. Mas alerta: Não se iludam, e me desculpem por dizer isso, mas esses modelos de mídia IRÃO se fragmentar, principalmente com o atual ritmo de expansão da banda larga e a chegada da TV digital, e, conseqüentemente a TiVo, no Brasil.
Será que um dia isso irá mesmo acontecer? E será que essa espécie de propaganda subliminar irá emplacar de fato no Brasil? Deixe sua opinão e contribua com o debate.
enviada por Bruno Varsone
03/10/2007 17:57
Os leões da criatividade brasileira
Acaba de terminar o debate que tinha como objetivo discutir a Hora da Verdade na Criação Brasileira Novas Fórmulas do Processo Criativo num Ambiente Multi-plataforma. E pode-se dizer que foi um dos pontos altos do evento até agora. Reunindo alguns dos principais publicitários do mercado brasileiro, a discussão rendeu e inclusive estourou o tempo programado de uma hora e meia.
Alexandre Gama, da NeoGama, deu início ao debate dizendo que assim como existem multi-plataformas, também devem haver multi-soluções. Muitas empresas ainda criam seus produtos como se estivessem na era industrial, mas o produto dessa nova era já deve ser criado desde sua base tendo em mente o planejamento de campanha, posicionamento e público-alvo já definidos, diz Gama. Segundo ele, essa nova lógica vai resultar em uma transformação das agências. Estamos agora em uma era da comunicação, em contrário à era do consumo de antes.
Atila Francucci, da Famiglia, continou na mesma linha de raciocínio, notando que antes nós tínhamos dezenas de mercados com milhares de pessoas cada, sendo que atualmente existem milhares de mercados com dezenas de pessoas. Para Francucci, isso levanta uma questão essencial, como falar diretamente com todos esses grupos de uma maneira íntima? E mesmo quando você descobre como se comunicar com ele, a dificuldade se torna encontra-lo e atingi-lo.
Um tema interessante levantado por Pedro Cabral, da Agência Click, é a retomada da palavra propaganda para definir a atividade. E mais ainda, que a palavra possui uma ótima peculiaridade na nossa língua, a ligação com propagar. Segundo ele essa conexão deve ser restaurada, e vê esse como o grande desafio do mercado atual: A propagação, através, porque não, de multi-plataformas.
Dane-se a plataforma, seja lá qual for, o que importa é propagar, disse Sérgio Valente, da DM9DDB, começando a esquentar o debate. Para Valente, definir qual plataforma é uma questão menor, técnica, que na pior das hipóteses pode ser comprado. O mais importante é a capacidade criativa, esse é o nosso verdadeiro produto.
A opinião de Silvio Matos, da MatosGrey ajudou para de certa forma concluir a evolução do pensamento apresentado pelos participantes até então. Para ele, esse debate sempre existiu e sempre existirá, e muita da sua importância é baseado em um mito criado pelo próprio mercado, especialista em cirar mitos. A hora da verdade não é agora, ou amanhã... é sempre, todo santo dia. Para Matos, está faltando mesmo é que as idéias comecem a ser melhor executadas. Está faltando colocar as idéias na rua, só então serão idéias de fato não enquanto estiverem sozinhas na sua cabeça, afirmou.
Todo o debate foi bem agitado e recheado de alfinetadas, diretas e indiretas, e a mediação de Marcelo Tas coroou com ainda mais humor e acidez o que já prometia ser um bate-papo bem animado.
E com seu eterno espírito de moleque provocador, Tas ainda esquentou o debate inserindo uma rivalidade entre o mercado publicitário brasileiro e argentino, devido aos argentinos terem ganho prêmios em Cannes na última edição. Para tal, Sèrgio Valente replicou: "Há mais Leões nesse palco do que em toda a Argentina".
enviada por Bruno Varsone
03/10/2007 17:30
IG discute a Flexibilidade no MaxiMídia
A Flexibilidade é o tema das entrevistas e bate-papos que rolam hoje a noite no estande do IG aqui no MaxiMídia. Se estiver por perto, não perca a oportunidade de conferir, e conhecer as novidades que o portal trouxe para o evento.
A programação de hoje tem início às 18h, com a presença de Stanlei Bellan, da Agência Click. Às 18h30, é a vez de Ricardo Monteiro, da Reckitt Benckinser, assumir a poltrona em um bate-papo descontraído, seguido de Igor Puga, da LewLara, às 19h. E concluindo, às 19h30, Ruy Piranda, da DataMedia, dará seu ponto de vista sobre o tema proposto. Também irá participar Luiz Buono, da agência Fábrica Comunicação Dirigida.
Participe!
enviada por Bruno Varsone
03/10/2007 12:50
Pensando como o Sol
O fim da globalização, batalha entre miopia e autonomia, foi o tema da primeira palestra de hoje no MaxiMídia. Tim Love, da norte-americana Omnicom Group Inc, apresentou sua polêmica teoria, antes do tema ser debatido pelos outros participantes no palco. Love discursou sobre o que chamou de compatibilidade universal, onde novas tecnologias estão criando uma economia global de inclusão, e não exclusão: O conceito de cultura de segunda mão, onde as pessoas têm mais consciência sobre até que medida seus hábitos atrapalham seus vizinhos ou os beneficiam, disse.
Outro sintoma é que os mercados em desenvolvimento são predominantemente uma cultura jovem, aonde o boca-a-boca, a mídia mais persuasiva de todas, está sendo alimentada pelas novas mídias. O que, segundo Tim Love, acaba conectando ainda mais as diversas culturas.
Entre as ações sugeridas por ele para o mercado lidar com essa situação, a principal seria adotar um novo ponto de referência para observar esse mundo em constante mudança. É necessário pensar como o sol, observando o mundo como um ecossistema em funcionamento 24 horas por dia, sete dias por semana, afirma Love, reiterando que é necessário estar pronto para encarar as mudanças de frente.
Segundo ele também é importante notar que símbolos, sons e aspectos visuais terão ainda mais valor em comunicar idéias do que palavras. Vale lembrar que esse mesmo fenômeno também foi apontado na palestra de ontem com Bárbara Kenning, que utilizou como exemplo o caso de uma comunidade que possuía uma escultura que mudava de cor conforme os habitantes locais relatavam seu humor atual através de uma página na internet. A estátua então mudava de cor, de acordo com o estado de espírito geral da população local.
A palestra foi seguida de um debate rápido com Joelmir Betting, da Bandeirantes, Jaime Troiano, da Troiano Consultoria de Marcas, e André Quadra, da Procter & Gamble. Moderado por Ricardo Gandour, do Grupo Estado, o debate foi bem animado, com Betting arrancando risos da platéia em diversas ocasiões inclusive quando disse que não concordava com a teoria de Love.
E você, concorda com Tim Love quando ele diz que a globalização está chegando ao fim? Seria esse um próximo estágio natural da mesma? O que os mercados publicitário e midiático devem fazer para se adaptarem a essa nova realidade? Deixe sua opinião.
enviada por Bruno Varsone
03/10/2007 09:30
Segundo dia de MaxiMídia começando
Pois é, começa logo mais o segundo dia da 17ª edição do MaxiMídia. Hoje teremos novamente duas palestras seguindas de Q&A (perguntas e respostas do público), além de um debate no palco com figuras importantes do mercado publicitário, mediado por Marcelo Tas.
Clique e confira a programação completa dessa quarta-feira no site oficial do evento
E claro, se estiver programando de visitar o evento, não deixe de dar uma passada no estando do IG para conferir as entrevistas e bate-papos que começam que prometem esquentar o evento, entre 18h e 20h30.
Fique ligado na nossa cobertura, pois estaremos postando os melhores momentos do evento durante todo o dia.
enviada por Bruno Varsone
Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)








